O artigo é muito bom (para não variar) e mostra que a nossa estratégia para o Parque Florestal de Monsanto, não só está certa como é a única que responde aos desafios actuais impostos por uma exigente cidadania activa.
Existem por certo inúmeros outros casos de sucesso na gestão dos espaços verdes, mas em meu entender o passo fundamental consiste na apropriação por parte das pessoas dos espaços, dos lugares, por mais pequenos ou vastos eles sejam.
Essa apropriação parece existir em Paris (pelo menos é o que se depreende da leitura do artigo) e o mais interessante é que se trata de uma apropriação que inclui os serviços que têm a responsabilidade de os criar e gerir.
E é neste aspecto que perdemos.
Como disse atrás, a estratégia para o Parque Florestal de Monsanto era nossa e precisava ser de todos, sobretudo precisava ser de toda uma máquina que em vez de visar o interesse político e pessoal, visasse a definição de uma estratégia plurianual com objectivos claros e mensuráveis e que não dependa de caprichos e/ou razões insubstantivas.
Para que não se perca na memória ficam aqui algumas imagens do que é (ainda) o actual Parque Florestal de Monsanto.




O texto (versão inglesa) está disponível online aqui. E a versão portuguesa deverá estar disponível aqui (penso que demora mais alguns dias).
Outra grande surpresa foi a presença do maior e melhor ciclista que conheço, o Nuno, que nos brindou com uma aparição inesperada, mas que espero se repita mais vezes. Ainda por cima está atento às explicações dos "experts". Neste caso o Rui, que nos apontava os limites da "sua" propriedade, muito bem vigiada como se pode ver. 





Felizmente apareceu o André e com o juizo que se lhe conhece apontou-lhes o caminho ... 

