Durante as deambulações na blogosfera aprende-se muito. O que não estava á espera, era encontar uma citação de Almeida Garret que se adapta tão bem ao que se passa connosco.
Experimentem ler substituindo "A sociedade..." por " "... escolham bem.
«A sociedade já não é o que foi, não pode tornar a ser o que era, mas muito menos ainda pode ser o que é, o que vai ser só Deus sabe.»
Almeida Garrett
As palavras que escolho são duas: Divisão e Monsanto
veja o post original aqui.
sábado, outubro 21, 2006
quarta-feira, outubro 18, 2006
Ai Lisboa ...
Vivo no campo, trabalho em Lisboa. Aliás para ser correcto vivo e trabalho no campo, embora se tratem de campos diferentes.
Entre um e outro obrigo-me a usar uma autoestrada, duas circulares, várias avenidas e dezenas de semáforos e nunca como agora me foi tão penosa esta viagem.
O campo que conheço como a palma da minha mão tem novos "donos", e estes não sabem (ou assim parece) o que fazer com tamanha jóia.
As notícias/boatos/rumores de reestruturação, desorganização, intrigas palacianas, conluios estratégicos, acertos temporários, ganhos e perdas de poder, jogos de influência, tornaram-se o dia a dia, infernizando-o.
Tudo o que se devia discutir era uma estratégia para melhorar a relação com os benefeciários do nosso trabalho, bem como a forma de a implementar, mas estas são as únicas coisas que não se discutem e que não se trabalham.
A não ser que o objectivo seja esse mesmo: produzir uma estratégia (?) escondendo-a de todos os que terão a responsabilidade de a implementar e que em determinada altura serão chamados a adoptá-la.
Como é possível pensar que se atingem objectivos desta forma, como é possível pensar que uma organização, seja ela qual for, pode construir-se sem desenvolver uma cultura de missão partilhada por todos - os que dirigem e os que são dirigidos.
Desculpem a franqueza, mas acho que não seguem o caminho correcto.
Entre um e outro obrigo-me a usar uma autoestrada, duas circulares, várias avenidas e dezenas de semáforos e nunca como agora me foi tão penosa esta viagem.
O campo que conheço como a palma da minha mão tem novos "donos", e estes não sabem (ou assim parece) o que fazer com tamanha jóia.
As notícias/boatos/rumores de reestruturação, desorganização, intrigas palacianas, conluios estratégicos, acertos temporários, ganhos e perdas de poder, jogos de influência, tornaram-se o dia a dia, infernizando-o.
Tudo o que se devia discutir era uma estratégia para melhorar a relação com os benefeciários do nosso trabalho, bem como a forma de a implementar, mas estas são as únicas coisas que não se discutem e que não se trabalham.
A não ser que o objectivo seja esse mesmo: produzir uma estratégia (?) escondendo-a de todos os que terão a responsabilidade de a implementar e que em determinada altura serão chamados a adoptá-la.
Como é possível pensar que se atingem objectivos desta forma, como é possível pensar que uma organização, seja ela qual for, pode construir-se sem desenvolver uma cultura de missão partilhada por todos - os que dirigem e os que são dirigidos.
Desculpem a franqueza, mas acho que não seguem o caminho correcto.
Fungi
Este é dedicado a um grande amigo ....

grande foto Rui.
Faz-me querer dar uns passeios exclusivamente para acabarem com um jantar bem preparado.
segunda-feira, outubro 16, 2006
Btt em Open Space
Que fim de semana! Épico.
Ao contrário do que é costume, desta vez tivemos à nossa disposição as vastas planícies alentejanas dos arredores de Évora, o que nos permitiu um passeio calmo através de paisagens abertas em que o horizonte está lá bem longe e distante.

O material recolhido para documentação da jornada é de tal maneira vasto, que alimentará o blog dos trinca-pedras durante vários dias.
Não quero é deixar de referir a extraordinária gentileza da família Tremoceiro, que amavelmente nos recebeu e permitiu que fissesemos da sua residência o quartel general de dois dias muito bem passados. A todos e em nome dos Trinca-Pedras - muito obrigado.
Ao contrário do que é costume, desta vez tivemos à nossa disposição as vastas planícies alentejanas dos arredores de Évora, o que nos permitiu um passeio calmo através de paisagens abertas em que o horizonte está lá bem longe e distante.

O material recolhido para documentação da jornada é de tal maneira vasto, que alimentará o blog dos trinca-pedras durante vários dias.
Não quero é deixar de referir a extraordinária gentileza da família Tremoceiro, que amavelmente nos recebeu e permitiu que fissesemos da sua residência o quartel general de dois dias muito bem passados. A todos e em nome dos Trinca-Pedras - muito obrigado.
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