... a CML fica com o topo da hierarquia pendurado pela suspeição. E nós sabemos que a suspeição e a opinião pública valem mais do a verdade. Seja lá ela qual for.
Algo me diz que vêm tempos conturbados para a gestão da cidade.
E existem outras pessoas com a mesma opinião.
http://bichos-carpinteiros.blogspot.com/2007/01/vai-ser-difcil.html
http://www.lisboalisboa.blogspot.com/
Além disso o PSD é refém das posições que tomou no passado e os vereadores arguidos devem ser "convidados" a resignar. Sejam culpados ou inocentes. A política é assim.
vá vendo as notícias aqui.
quinta-feira, janeiro 25, 2007
quarta-feira, janeiro 24, 2007
O que podemos fazer.
Existem situações em Portugal, que são paradigmáticas da forma como entendemos o ambiente e a forma de ocupação do território. Não existe dissociação entre estas duas perspectivas pelo que é cada vez mais consensual, desenhar um desenvolvimento da sociedade que seja sustentável ambientalmente.
Infelizmente a maioria das pessoas continua a percepcionar os problemas apenas e só quando eles batem à porta, lembrando-se da sustentabilidade quando precisa.
É o que se passa com a deposição de lixos e entulhos em caminhos rurais. Já diz o ditado longe da vista ...

Em Monsanto (sim ainda me lembro) resolveu-se o problema com: vigilância apertada, condicionamento de acessos a veículos motorizados, limpeza sistemática dos espaços. E resultou!
Infelizmente a maioria das pessoas continua a percepcionar os problemas apenas e só quando eles batem à porta, lembrando-se da sustentabilidade quando precisa.
É o que se passa com a deposição de lixos e entulhos em caminhos rurais. Já diz o ditado longe da vista ...

Em Monsanto (sim ainda me lembro) resolveu-se o problema com: vigilância apertada, condicionamento de acessos a veículos motorizados, limpeza sistemática dos espaços. E resultou!
Na minha zona, Mafra, Malveira e redondezas o panorama é, infelizmente, semelhante. Tenho andado a magicar sobre o que, em vez de continuar a incluir estas situações no rol das queixinhas tipicas do português, podemos fazer. É preciso agir.
O que podemos fazer é:
- Documentar fotograficamente as situações que observe;
- Georeferenciar os depósitos de lixo;
- Enviar relatório para os orgãos autárquicos competentes;
- Enviar para a GNR/SEPNA
- Enviar para o Min. Ambiente
- Enviar para a LPN e Quercus
- Publicar aqui no blog o relatório e as respectivas respostas
Caparica vs aquecimento global
Como de costume, neste belo país à beira mar plantado, só se dá por ela quando de repente (e vejam bem que este de repente tem mais de duas décadas) o mar, esse vilão desalmado que tanto nos dá como tira, o mar dizia eu, resolve destruir os sistemas dunares da Caparica levando no seu incessante vai e vem alguns haveres.
O litoral português está em retrocesso à décadas. São inúmeras as situações de praias desaparecidas e falésias e arribas em risco e, ainda por cima, bem identificadas e claramente estudadas - "Portugal é um dos países europeus com maiores problemas de erosão costeira, com taxas médias de recuo que variam entre os 0,02 e os nove metros nalgumas zonas do litoral, segundo o último Relatório do Estado do Ambiente (2004)".
Outra opinião http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=10798.
E no entanto é preciso que a situação se torne dramática , para que as pessoas acordem para a realidade, que não é mais do que não é possível continuar a entender o litoral e a sua ocupação como se se tratasse apenas de uma parcela de território disponível sem riscos de qualquer natureza. Até porque sai caro.
E uma coisa é gastar dinheiro na conservação de vilas piscatórias em arribas e praias da costa oeste, outra é gastar dinheiro na protecção de empreendimentos turisticos e outras construções recentes colocadas em locais absurdos.
Nós gostamos do mar, gostamos da costa e gostamos de usufruir com qualidade desta riqueza. Só falta aprender com os erros e deixar quem sabe decidir (a propósito gostava tanto de ler o POOC da zona - alguém sabe se previa construções nas dunas ...).
O litoral português está em retrocesso à décadas. São inúmeras as situações de praias desaparecidas e falésias e arribas em risco e, ainda por cima, bem identificadas e claramente estudadas - "Portugal é um dos países europeus com maiores problemas de erosão costeira, com taxas médias de recuo que variam entre os 0,02 e os nove metros nalgumas zonas do litoral, segundo o último Relatório do Estado do Ambiente (2004)".
Outra opinião http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=10798.
E no entanto é preciso que a situação se torne dramática , para que as pessoas acordem para a realidade, que não é mais do que não é possível continuar a entender o litoral e a sua ocupação como se se tratasse apenas de uma parcela de território disponível sem riscos de qualquer natureza. Até porque sai caro.
E uma coisa é gastar dinheiro na conservação de vilas piscatórias em arribas e praias da costa oeste, outra é gastar dinheiro na protecção de empreendimentos turisticos e outras construções recentes colocadas em locais absurdos.
Nós gostamos do mar, gostamos da costa e gostamos de usufruir com qualidade desta riqueza. Só falta aprender com os erros e deixar quem sabe decidir (a propósito gostava tanto de ler o POOC da zona - alguém sabe se previa construções nas dunas ...).
Sim, Não, Talvez ...
Bolas que é dificil estar esclarecido nesta história do referndo. E tenho a certeza de que estou baralhado, apesar de me considerar alguém minimamente esclarecido, quando a minha filha resolve discutir a questão e eu patino.
O que me chateia é a forma telegráfica que ela tem de apresentar os argumentos. Uma forma muito ligeira, quase "morangueira", como se dizer sim ou não fosse fácil e/ou óbvio.
Se calhar é melhor dizer que sim. Pode ser que o SNS passe depois a ter médicos de família suficientes para acompanhar todas as famílias que venham a ter de decidir se sim ou não depois do referendo, e eu aproveite para aquelas coisas mais triviais - como estar doente por exemplo.
O que me chateia é a forma telegráfica que ela tem de apresentar os argumentos. Uma forma muito ligeira, quase "morangueira", como se dizer sim ou não fosse fácil e/ou óbvio.
Se calhar é melhor dizer que sim. Pode ser que o SNS passe depois a ter médicos de família suficientes para acompanhar todas as famílias que venham a ter de decidir se sim ou não depois do referendo, e eu aproveite para aquelas coisas mais triviais - como estar doente por exemplo.
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